{"id":1145,"date":"2013-03-04T00:05:12","date_gmt":"2013-03-04T00:05:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontrauberlandia.com.br\/noticias\/?p=1145"},"modified":"2013-08-19T12:39:52","modified_gmt":"2013-08-19T12:39:52","slug":"em-5-anos-dobraram-a-quantidade-de-estudantes-estrangeiros-em-universidade-de-uberlandia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrauberlandia.com.br\/noticias\/em-5-anos-dobraram-a-quantidade-de-estudantes-estrangeiros-em-universidade-de-uberlandia\/","title":{"rendered":"Em 5 anos, dobraram a quantidade de estudantes estrangeiros em universidade de Uberl\u00e2ndia"},"content":{"rendered":"<p>A Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU) tem se firmado como destino de estudantes estrangeiros. Em cinco anos, o n\u00famero de intercambistas que chegam aos campi da institui\u00e7\u00e3o mais que dobrou, passando de 40 para 84, ou seja, aumento de 110%. No mesmo per\u00edodo, o movimento inverso e j\u00e1 tradicional de estudantes da UFU em universidades de outros pa\u00edses cresceu ainda mais (205), sendo 91 em 2009 e 310 hoje.<\/p>\n<p>Segundo a diretora da Diretoria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da UFU (DRII), Raquel Santini Leandro Rade, os fatores que contribu\u00edram para a evolu\u00e7\u00e3o desses n\u00fameros foram o fortalecimento de programas de mobilidade acad\u00eamica e de concess\u00e3o de duplos diplomas e a participa\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o em miss\u00f5es internacionais dos Minist\u00e9rios da Educa\u00e7\u00e3o e das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores. S\u00f3 no ano passado, havia 152 conv\u00eanios com universidades de 29 pa\u00edses.<\/p>\n<p>\u201cA procura de estrangeiros pela UFU tem aumentado. Para nossa surpresa, estamos tendo muitos alunos da Europa e recebendo de pa\u00edses que nunca achamos que poder\u00edamos receber\u201d, disse. Hoje, a maior parte dos estrangeiros na UFU veio da Fran\u00e7a, de Cabo Verde e de Angola. Portugal e Fran\u00e7a s\u00e3o os mais procurados pelos estudantes da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com Raquel Rade, esse quadro de internacionaliza\u00e7\u00e3o, que se repete nas demais universidades federais, se intensificou h\u00e1 cerca de oito anos, acompanhando o desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds. \u201cNesse tempo, a UFU foi uma das que mais cresceram internacionalmente.\u201d<\/p>\n<p>Dentre as vantagens dos interc\u00e2mbios, a diretora da DRII aponta a apresenta\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo da UFU aos outros pa\u00edses. \u201cA ida de nossos estudantes tem permitido o Brasil ser descoberto pela \u00e1rea tecnol\u00f3gica. E a vinda dos estrangeiros \u00e9 uma maneira de mostrar o que \u00e9 feito aqui. Hoje, s\u00e3o as universidades de fora que nos procuram para assinar acordos\u201d, afirmou. Outro benef\u00edcio apontado s\u00e3o as refer\u00eancias quanto ao que \u00e9 preciso melhorar. \u201cOuvimos as cr\u00edticas dos nossos estudantes quando retornam\u201d, afirmou Raquel Rade.<\/p>\n<p><strong>Africanos buscam chance de crescimento<\/strong><\/p>\n<p>Vir para o Brasil e estudar na Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU) representa para os estudantes Abiola Akand\u00e9 Yayi, do Benim, e Daniel Ukundji Lomengo, do Congo, uma oportunidade de crescimento e de melhores empregos, especialmente quando retornarem \u00e0 \u00c1frica. Os dois vieram cursar toda a gradua\u00e7\u00e3o na UFU, por meio do Programa Estudante de Gradua\u00e7\u00e3o (PEC-G), e t\u00eam o franc\u00eas como primeira l\u00edngua.<\/p>\n<p>\u201cVir para c\u00e1 foi positivo em muitos pontos. Al\u00e9m de aprender o idioma, despertou um esp\u00edrito cr\u00edtico para avaliar o que tem de bom aqui e que eu posso levar para l\u00e1, e tamb\u00e9m o contr\u00e1rio\u201d, disse Abiola Yayi, de 25 anos, que cursa Arquitetura e est\u00e1 em Uberl\u00e2ndia desde 2010.<\/p>\n<p>Daniel Lomengo, de 24 anos, cursa Design de Interiores desde o in\u00edcio do ano passado. Para ele, apesar da saudade do pa\u00eds natal, descobrir uma nova cultura e uma profiss\u00e3o tem feito valer a pena a temporada no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Diretora v\u00ea vantagens na experi\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Estudar fora do pa\u00eds gera crescimento intelectual e pessoal aos universit\u00e1rios, segundo a diretora da Diretoria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da UFU (DRII), Raquel Santini Leandro Rade.<\/p>\n<p>\u201cEles voltam mais independentes e apuram o senso cr\u00edtico. Sabem no que precisamos melhorar e no que somos exemplo\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>A estudante de Medicina Veterin\u00e1ria Samyla de Almeida, de 24 anos, est\u00e1 na Fran\u00e7a desde julho de 2012 e fez uma triagem entre os pontos fortes e fracos da UFU e da atual universidade da cidade Uberl\u00e2ndia para conseguir aproveitar melhor o ano fora.<\/p>\n<p>Barbara Rodrigues Junqueira, de 23 anos, tamb\u00e9m conseguiu ter, em outro pa\u00eds, uma experi\u00eancia que n\u00e3o conseguiria na UFU. No ano que passou no Canad\u00e1, a estudante de Agronomia p\u00f4de trabalhar com um equipamento de an\u00e1lise de solo que ainda \u00e9 raro no Brasil. \u201c\u00c9 uma experi\u00eancia \u00fanica ter oportunidade de fazer pesquisa fora do pa\u00eds.\u201d<\/p>\n<p><em>Fonte: Correio de Uberl\u00e2ndia<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU) tem se firmado como destino de estudantes estrangeiros. 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