{"id":523,"date":"2012-08-27T07:00:46","date_gmt":"2012-08-27T07:00:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontrauberlandia.com.br\/noticias\/?p=523"},"modified":"2013-08-19T12:39:53","modified_gmt":"2013-08-19T12:39:53","slug":"segmento-da-culinaria-oriental-esta-aquecido-em-uberlandia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrauberlandia.com.br\/noticias\/segmento-da-culinaria-oriental-esta-aquecido-em-uberlandia\/","title":{"rendered":"Segmento da culin\u00e1ria oriental est\u00e1 aquecido em Uberl\u00e2ndia"},"content":{"rendered":"<p>Um card\u00e1pio que antes atraia mais um p\u00fablico sofisticado e tradicional, hoje atende a v\u00e1rias faixas et\u00e1rias. Em Uberl\u00e2ndia, no Tri\u00e2ngulo Mineiro, o setor de comida japonesa se popularizou e, segundo empres\u00e1rios, est\u00e1 aquecido. J\u00e1 s\u00e3o pelo menos 10 restaurantes especializados na cidade. &#8220;N\u00e3o temos um n\u00famero absoluto para comprovar esse crescimento, mas \u00e9 percept\u00edvel que a popula\u00e7\u00e3o uberlandense tem aderido bem \u00e0 comida japonesa. Basta ver que o n\u00famero de empresas do setor tem aumentado&#8221;, explicou a coordenadora executiva do Sindicato Intermunicipal de Hot\u00e9is, Restaurantes, Bares e Similares (Sinditur), Andrea Sousa.<\/p>\n<p>A empres\u00e1ria Dalvelisa de Paola \u00e9 s\u00f3cia-propriet\u00e1ria de um dos primeiros restaurantes japoneses instalados na cidade. Inaugurado em 2003, o estabelecimento recebe de 200 a 300 clientes por dia. &#8220;Os primeiros anos foram muito dif\u00edceis, cheg\u00e1vamos a receber seis pessoas por dia. S\u00f3 nos \u00faltimos tr\u00eas anos que a culin\u00e1ria veio se democratizando e, gra\u00e7as a Deus, o movimento aumentou exponencialmente&#8221;, comentou.<\/p>\n<p>Com clientela m\u00e9dia de 130 pessoas por dia, outro restaurante japon\u00eas da \u00e1rea central abriu uma unidade h\u00e1 um ano e meio. Segundo o propriet\u00e1rio Bruno Rocha Pereira, ele percebeu esse nicho de mercado e viu que podia aumentar duas vezes mais o n\u00famero de clientes. &#8220;Depois de seis meses abrimos outra unidade e dividimos os clientes. Hoje s\u00e3o cerca de 40 funcion\u00e1rios trabalhando para n\u00f3s&#8221;, disse.<\/p>\n<p>O gerente Ruberlei Resende trabalha h\u00e1 12 anos com culin\u00e1ria japonesa e explicou que o p\u00fablico aumentou por causa das diversas op\u00e7\u00f5es que os estabelecimentos oferecem. &#8220;A estrutura mais \u2018clean\u2019 de um restaurante japon\u00eas atrai o p\u00fablico que pouco conhecia a comida, as variedades no card\u00e1pio tamb\u00e9m. Em nosso estabelecimento, por exemplo, oferecemos card\u00e1pio vegetariano, pratos quentes e grelhados&#8221;, contou.<\/p>\n<p>A alternativa foi bem aceita pelos uberlandenses. N\u00e3o apenas para quem j\u00e1 gostava da culin\u00e1ria como para as pessoas que hesitavam, mas tiveram a oportunidade de conhecer outros pratos do segmento. De acordo com o gerente, a outra justificativa para a populariza\u00e7\u00e3o do card\u00e1pio \u00e9 quanto ao teor saud\u00e1vel dos pratos, o que captou, tamb\u00e9m, a &#8220;gera\u00e7\u00e3o sa\u00fade&#8221;.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo projeto do propriet\u00e1rio \u00e9 ampliar a rede e abrir mais uma unidade em Uberl\u00e2ndia ainda este ano, o que dobrar\u00e1 o quadro de funcion\u00e1rios. &#8220;N\u00f3s percebemos que a comida japonesa come\u00e7ou a atrair a mo\u00e7ada. Se s\u00f3 o pessoal mais velho gostava, hoje n\u00f3s atendemos crian\u00e7as e principalmente os jovens. Continuamos captando esse p\u00fablico e iremos contratar aproximadamente mais 40 funcion\u00e1rios para o pr\u00f3ximo restaurante&#8221;, justificou Bruno.<\/p>\n<p>Qualifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 80 o h\u00e1bito de fazer comida japonesa chegou ao Brasil. Muitas pessoas procuraram aprender a fazer as receitas por hobby, para agradar amigos e familiares. De acordo com a supervisora pedag\u00f3gica do Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) de Uberl\u00e2ndia, Alessandra Marques, esse perfil mudou e o p\u00fablico procura qualifica\u00e7\u00e3o. &#8220;Muitos procuravam a institui\u00e7\u00e3o para aprender fazer sushi informalmente. Com a expans\u00e3o desse setor, atualmente, a maioria busca capacita\u00e7\u00e3o para o mercado de trabalho&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>Para atender essa demanda, o Senac oferece um curso para preparo de pratos da culin\u00e1ria japonesa, utilizando t\u00e9cnicas e instrumentos espec\u00edficos. Para participar os interessados devem ter idade m\u00ednima de 18 anos e ter completado a quarta s\u00e9rie do ensino fundamental.<\/p>\n<p>No curso s\u00e3o oferecidas 20 vagas por turma e tem custo m\u00e9dio de R$ 170. Os alunos aprendem desde as t\u00e9cnicas b\u00e1sicas de manuseio das ferramentas e estilos de corte \u00e0 confec\u00e7\u00e3o de pratos quentes, frios e os tradicionais sushi e sashimi.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, o treinamento \u00e9 um dos mais procurados na institui\u00e7\u00e3o e forma pelo menos uma turma por m\u00eas. &#8220;Com o aumento do n\u00famero de restaurantes em Uberl\u00e2ndia, cresceu muito a procura pela capacita\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra. N\u00f3s temos notado essa preocupa\u00e7\u00e3o por parte dos empres\u00e1rios em qualificar os funcion\u00e1rios&#8221;, afirmou Alessandra.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es e detalhes sobre o curso dispon\u00edveis no site ou pelo telefone (34) 3235-0688.<\/p>\n<p><em>Fonte: G1<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um card\u00e1pio que antes atraia mais um p\u00fablico sofisticado e tradicional, hoje atende a v\u00e1rias faixas et\u00e1rias. Em Uberl\u00e2ndia, no Tri\u00e2ngulo Mineiro, o setor de comida japonesa se popularizou e, segundo empres\u00e1rios, est\u00e1 aquecido. 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